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O ISLÃ A SERVIÇO DO NADA

Domingo, 05 de Fevereiro de 2006
O ISLÃ A SERVIÇO DO NADA

Para começarmos a falar do Islã temos que primeiro conhecer a história que o envolve; como surgiu; quém são seus principais personágens e outras passagens históricas que influenciaram na criação da maior religião do planeta.

Diante do choque cultural e político entre o islamismo e o Ocidente verificado desde a Revolução Iraniana promovida pelo aiatolá Khomeini em 1979, oportuno se faz entendermos os princípios da religião islâmica e como ela se relaciona com o político. Maomé (Mohamed, em árabe) nasceu em Meca por volta de 570, filho de Abdallah e Amina, do clã dos Beni Hashemi, um ramo pobre da tribo dos coraixitas. Naquela época, a tribo constituía a célula social básica em toda a Arábia, algo como ocorrera cerca de 1500 anos antes entre os israelitas. O pai de Maomé morreu antes do futuro profeta nascer e sua mãe faleceu quando o menino tinha apenas seis anos. Aos 25 anos, Maomé passou a trabalhar para uma viúva rica, Cadija, 15 anos mais velha do que ele, com que se casou. Balzaquiano ou oportunista?... Teve quatro filhas, das quais apenas uma, Fátima (que depois se tornaria nome de santa católica) teve descendentes com Ali, filho de Abu Talib. A chamada "iluminação" de Maomé ocorreu em 610, aos 40 anos, no dia 27 do mês de Ramadã. Segundo a tradição, o profeta meditava numa das grutas do Monte Hira, quando ouviu a voz do anjo Gabriel mandando-o recitar a shahada, que se tornaria a profissão de fé do islamismo. Foi Cadija quem encorajou-o a revelar sua visão. Maomé continuou recebendo suas revelações, mas freqüentemente era hostilizado ao pregar em Meca. Apenas alguns poucos pobres se dispuseram a crer em sua mensagem. Mas pouco a pouco foram aumentando seus seguidores, incluindo gente da nobreza, como Abu Bakr, seu primeiro sucessor. Aumentaram, também, as hostilidades contra a nova religião, e Maomé buscou refúgio na Abissínia entre 615 e 616. Em 619 morreram seus protetores, Abu Talib e Cadija e, em 622, depois de sofrer um atentado, decidiu abandonar Meca definitivamente. Mudou-se para Iatrib, um rico oásis a 400 quilômetros ao norte de Meca. Esta transferência ficou conhecida como a hégira e marca o início do calendário islâmico. Medina era habitada por uma maioria de pagãos e por judeus, organizados em torno de sua vida comunitária, com escolas, rabinos e sistema jurídico próprio. Em pouco tempo Maomé conseguiu converter a maioria dos pagãos e obrigou muitos judeus a aceitar sua fé. A partir desta "república islâmica" que se tornou Medina é que o profeta iniciou sua jihad, guerra santa, contra Meca. No ano 632 Maomé fez nova peregrinação a Meca, acompanhado de 80 mil seguidores. Foi durante esta peregrinação que o profeta retirou todos os ídolos da Caaba, reservando o templo apenas a Alá. Pouco depois de regressar a Medina, neste mesmo ano, Maomé morreu. Após sua morte, o islamismo conquistou (muitas vezes pela espada) crescentes adeptos, inicialmente em todo o mundo de fala árabe e, posteriormente, entre outros povos. As duas fontes do islamismo são o Alcorão e a suna, que está sintetizada no hadiz. O Alcorão não foi escrito diretamente por Maomé. A sua versão atual corresponde a uma compilação feita em 652 pelo terceiro sucessor do profeta, o califa Otman, embora haja polêmica sobre isso. O livro tem 6.226 versículos agrupados em 114 capítulos (suras), que não estão organizados em ordem cronológica, mas segundo seus tamanhos, a partir dos maiores. Os ulemás dividem o Alcorão em quatro grandes temas: as crenças da fé (al ágida), os cultos (al ibáda), a moralidade (al ajilág) e as relações sociais entre os homens (al muamalát). Com respeito às duas outras religiões monoteístas do planeta, o islã critica os judeus por serem considerados, conforme a Bíblia, o "povo escolhido de Deus" e por não admitirem que o Alcorão siga a tradição da Torá. Os cristãos são criticados por afirmarem que Cristo seja o filho de Deus. Ainda assim, o islã garante (ao menos teoricamente) proteção (dhimma) aos judeus e cristãos, desde que mantenham seu culto restrito aos locais adequados (sinagogas e igrejas) e não causem distúrbios na comunidade islâmica. Com o passar do tempo, o islã viu-se dividido entre três correntes básicas: os xiítas, sunitas e sufistas. A origem da divisão entre sunitas e xiítas é uma questão sucessória. Ali Ibn Abu Talib, genro de Maomé (casado com sua filha, Fátima), era o preferido do profeta na função de seguir sua obra como chefe islâmico, ou seja, califa. Mas em função de uma série de fatos, Ali foi empossado como quarto califa somente em 655. Em 661 ele foi assassinado e o cargo passou às mãos do governador da Síria, Mowiya, que conquistou o apoio da maioria islâmica. A minoria, os xiítas, simpatizante de Ali, não aceitou esta situação, preiteando que o califado passasse às mãos de Hassan e Hussein, filhos de Ali. Mas ambos acabaram também sendo assassinados, iniciando uma sangrenta tradição de sangue na religião do deserto. A seita dos sunitas, que hoje constitui cerca de 90% dos muçulmanos, originou-se dos primeiros apoiadores de Moawiya. Seu nome deriva de suna, e tendem a agir de forma mais pragmática quanto às coisas terrenas. O terceiro grupo são os sufistas, uma corrente exotérica islâmica. Estão mais preocupados com as questões espirituais da mensagem de Maomé, de que com as questões de natureza ortodoxa. Um dos sufistas mais destacados foi Muhidin ibn Arabi, nascido na Síria em 1240. Arabi deixou uma obra muito importante.

O significado de muitas destas palavras contidas neste texto vocês podem pesquisar e desta forma entender ainda mais os preceitos e os dogmas que circundam os mistérios da religião islâmica, mas o que é difícil de compreender e ainda mais difícil de explicar são os motivos tão banais que levam alguns destes seguidores de Maomé a matar tantos seres humanos. Seres humanos que são apontados no Corão como "irmãos" deles próprios; sim, por serem pertencentes a uma religião monoteísta eles também acreditam de "Deus" é o centro do universo e este mesmo "Deus" dos muçulmanos em tese é o mesmo dos judeus e dos cristão, a única diferença está nos profetas de cada um.

Na ultima semana a religião muçulmana inteira se voltou contra alguns jornais da comunidade europeia que publicaram caricaturas do profeta Maomé em forma de charge e isso é tido como uma afronta aos conceitos ortodoxos dos aiatolás e desencadeou uma onde colérica jamais vista nos tempos modernos contra a liberdade de expressão. Até a Santa Sé foi contra o ato terrorista, embora tenha reiterado que nenhum veículo de imprensa deveria mexer na questão da fé mulçumana.

Sei bem que os muçulmanos já somam mais de 1 bilhão de peregrinos mas todos nós sabemos também que 90% destas bestas não sabem ao menos seus nomes com certeza. A maioria dos idiotas que levam a palavra de Maomé como se fosse a ponta de uma espada e tratam quem não é como eles com as próprias espadas pontudas, aterrorizam o resto do mundo com suas ações medíocres e lamentáveis, com muito derramamento de sangue em nome de uma causa ídem idiota.

Não vai ser surpresa para mim se houver hoje uma guerra mundial em resposta as atrocidades que estes lunáticos fanáticos andam fazendo; são mísseis enviados de um lado para o outro; homens bombas se detonando com idéias ridículas que haverá dezenas de virgens no paraíso a espera deles após a morte; embaixadas sendo ateadas fogo em resposta de publicações das caricaturas de Maomé e tantas outras ridicularidades que irritam aqueles que assistem de longe como eu. Ao invés destes malucos andarem com bombas presas ao próprio corpo para matarem o que eles chamam de infiéis eles deveriam trabalhar mais para recuperar uma terra tão desgraçada, ganharem dinheiro e gastarem tudo numa zona qualquer e se querem vírgens, deveriam trocar suas próprias filhas pelas filhas dos amigos, desta forma um agradaria ao outro, mas ao invés disso ficam matando inocentes pelo mundo inteiro.

Vai aqui um aviso aos muçulmanos extremistas: -O primeiro ridículo que me disser qualquer coisa sobre este texto eu passo o carro por cima e os ajudo a chegarem mais cedo ao tão sonhado paraiso.

O que eu escrevi acima não e jamais será um desrespeito a fé muçulmana pois eu mesmo já frequentei inúmeras mesquitas e sempre me senti muito bem na companhia de muitos amigos que particam a religião muçulmana apenas como instrumento de fé. Lembro-lhes que no Corão há uma citação que diz que ninguém pode tirar a vida de ninguém ao menos que a sua vida esteja ameaçada e isso eu concordo, mas a publicação de uma charge ou qualquer gravura do profeta Maomé não caracteriza nenhum desrespeito a quem quer que seja, muito menos lhes dá o direito de invadirem e incendiarem a propriedade alheia.

Tem momentos que eu tenho que concordar com a política estadunidense que impõe regras em certos países. Embora eu não seja nenhum entusiasta das regras americanas impostas pelo mundo, tenho que concordar que nos casos extremos como é o caso de agora no Iraque. Imaginemos um mundo sem estes gigantes que conseguem desacelerar os ímpetos extremistas? Já imaginaram nós de cultura latina e de fé cristã termos que engolir os rascunhos sujos e mal pagos das regras árabes ou chinesas?

Que Deus seja louvado!

 



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