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HÁ ALGUM TEMPO; HOJE EM DIA; NÃO VOTE 13!

Terça feira, 30 de Setembro de 2014
HÁ ALGUM TEMPO; HOJE EM DIA; NÃO VOTE 13!

Há algum tempo, a história nos assinala que Cuba viveu a infelicidade como Estado. Um sujeito chamado Fulgêncio Batista, comandou a ilha de Cuba e foi acusado de praticar atos horrendos em nome do Estado; veio então a ideia comunista de salvar a pátria; foi quando uma quadrilha de déspotas, em nome do resgate da dignidade e ostentando uma bandeira inerte da revolução popular, resolveu tomar o Poder, prometendo ao povo que dias melhores iriam rodeá-los de felicidade.

Hoje em dia, quem visita Cuba vê um povo faminto, restrições do Estado Democrático de Direito e uma miséria tão grande que 90% da população age como zumbis controlados pelo Estado!

Há algum tempo, a história também nos assinala que na Venezuela, ditaduras e ensaios de governos democráticos, tentaram estabilizar o país que é um dos mais ricos em petróleo no Mundo, sem qualquer sucesso. O último Governo eleito sem queixa de manipulação eleitoral foi Carlos Andrés Pérez, que foi deposto por um dos maiores ladrões e déspotas do globo, Hugo Chávez, que prometeu ao povo um modelo de república popular bolivariana, onde o povo estaria sempre no Poder e riquezas voltariam em abundância para cada cidadão venezuelano. Hoje em dia, o resultado disso estamos cansados de saber: para se poder comprar um rolo de papel higiênico, o venezuelano fica horas numa fila; e para poder comer arroz, às vezes um dia inteiro na fila do supermercado. Nos dias atuais, é possível trocar 100 litros de gasolina pura por uma caixa de sabão em pó de quinta qualidade. Com tanta riqueza do liquido preto, a Venezuela não consegue pagar as contas; Caracas é uma das três cidades mais violentas do mundo; e a corrupção é mais comum do que comer arroz com feijão!

Há algum tempo, os livros mostram que no Equador, inúmeros governos, populares e golpistas, levaram o país a patamares políticos entre altos e baixos. Nas últimas camadas políticas equatorianas, o Coronel Lucio Gutiérrez, assumiu a presidência do país com uma plataforma de combate à corrupção. O partido de Gutiérrez, tendo poucos assentos no Congresso, o forçou a negociar com outros partidos para mudar a legislação, já tendo ensaiado algumas reformas econômicas; uma arapuca que o fez cair em 2005, fazendo assumir o cargo seu vice, Alfredo Palacio. Nas eleições seguintes, surge mais um salvador golpista, Rafael Correa, que também prometeu elevar o país a um nível elevado de destaque mundial. Empresas internacionais, a maioria brasileiras, investiram fortunas por lá; e como pagamento, Correa mandou nacionalizar todas estas empresas.

Hoje em dia o Equador vive em miséria quase análoga a Cuba e Venezuela. A corrupção é alarmante; a imprensa é 100% controlada; a Justiça é controlada pelo Estado; e o lema do Governo é: se não gosta, vá embora!

Há algum tempo, na Bolívia, o povo comia e sonhava com um futuro melhor. O país andino não tem em sua geografia traços que facilitem seu avanço econômico; e ninguém que tivesse assumido a Presidência do país, jamais investiu em ideias de industrialização, mas havia certa paz; e a indústria do turismo sempre elevou a Bolívia como um dos destinos mais procurados da região. Em 2003 Gonzalo Sánchez de Lozada iniciou um segundo mandato, abreviado por uma revolta popular, e foi sucedido por seu vice-presidente Carlos Mesa. Este também foi derrubado pelos motins, assumindo Eduardo Rodríguez Veltzé, como interino. Na eleição presidencial realizada em 18 de dezembro de 2005, Juan Evo Morales Ayma, do partido Movimento para o Socialismo, foi eleito com 53,7% dos votos, com mandato até 2010. Na pauta de promessas, um Governo Popular, socialista, onde todos, sem exceção, participariam diretamente da sua administração.

Hoje em dia, a Bolívia é uma das maiores exportadoras de maconha e cocaína do mundo. Ser roubado pela polícia fardada no país é mais comum do que enxergar um aluno numa escola. O Estado deu calote em várias empresas, inclusive brasileiras, que investiram lá. O povo passa fome; não há emprego. Para se ter uma ideia, o boliviano vende casa e móveis e veem para o Brasil para trabalhar em São Paulo numa jornada de até 20 horas na indústria do vestuário, para ganhar, no máximo, 300 Reais por mês. Um Mercedes Benz comprado no Brasil por cerca de R$ 150 mil, quando roubado aqui, é trocado por cocaína na Bolívia; e o Governo legaliza este automóvel, que é vendido facilmente por R$ 20 mil; às vezes menos!

Há algum tempo, no nosso vizinho Argentina, entre trancos e barrancos, o país era conhecido como um expoente mundial. Industria forte, agricultura equilibrada, com vinhos apreciados nos quatro cantos da Terra; e a imponência de Buenos Aires, que sempre foi uma espécie de Nova Iorque da América do Sul. No cenário político, uma série de peripécias pós ditadura, enfraqueceu o país; e um certo dia, um louco resolveu dominar a nação com as mesmas promessas de sempre: fortuna e desenvolvimento. Este louco foi Néstor Kirchner, que fez sua esposa Presidente, morreu e tudo começou a ruir. Cristina Kirchner assumiu o Poder prometendo liberdade de imprensa, combate à corrupção e avanço econômico!

Hoje em dia, a Argentina vive o maior colapso econômico de sua história. Tudo por lá é controlado pelo Estado, inclusive as notícias e os índices econômicos. Um argentino com menos de 21 anos não pode sair do país sem os pais; e se seus pais já morreram, ele precisa completar 21 anos para poder sair. As cidades estão sucateadas; a indústria falida; nenhum país do mundo quer investir um único centavo; 80% dos jovens não tem o que fazer; hoje é mais fácil ser assaltado em Buenos Aires do que no Haiti. Meia dúzia de bilionários controlam as empresas argentinas e todos estão diretamente ligados a Presidente.

Há algum tempo, aqui no Brasil, reclamávamos que tínhamos uma Ditadura Militar. Depois, após pressões internas e internacional, Tancredo Neves foi eleito indiretamente como Presidente. Morreu sem assumir; e no lugar dele, Sarney, o palhaço mais covarde que esta terra já pariu, iniciou um legado de desditas. Veio Collor, que foi derrubado sob acusação de corrupção; e depois Itamar, que fez Fernando Henrique seu Ministro da Fazenda e este, criou o Real e elegeu-se Presidente prometendo fortalecer a moeda e colocar o Brasil entre os destaques do Mundo.

Em oito anos de mandato, FHC cumpriu fielmente suas principais promessas; e viu Lula e toda a quadrilha do PT tentar derrubar a força do Real e tudo que ele fizera, apenas para poder eleger-se Presidente e fincar domínio pessoal no Poder Brasileiro. Lula elegeu-se Presidente e ao invés de mudar, fez o que todos já sabiam: se adequou a todos os modelos de gestão de FHC. Inteligente e muito bem assessorado pela escória da política nacional, como Sarney, Collor e todos os piores quadrilheiros brasileiros, Lula avançou mundo a fora com discursos firmes de desenvolvimento. Criou a maior dívida interna da história e alimentou com fortunas incalculáveis todos os seus aliados.

Nos oito anos de mandato de Lula, o povo teve algo que jamais conseguiu enxergar ou ter: dinheiro sem trabalhar e sem produzir nada. A custa do endividamento interno e maquiagem da contabilidade nacional, Lula instituiu uma Classe Média falsa; e sabia que a bomba iria estourar. Com o povo alimentado e se imaginando rico, Lula conseguiu uma legião de zumbis que temem perder o sangue do Bolsa Família e outros benefícios; então, lança o nome de sua maior aliada, Dilma Rousseff; que prometeu consertar os erros e alavancar ainda mais o destaque do Brasil no Mundo. Eleita, começou o Governo com medidas populares. Trocou uma série de Ministros duvidosos; e sinalizava ser um modelo a ser seguido, mas...

Hoje em dia, Dilma controlou firmemente o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Tentou controlar a Imprensa; e não conseguiu fazer com que a bomba acesa por Lula estourasse somente após seu primeiro mandato. A inflação voltou; a corrupção é maior do que no Governo Lula e todos os outros anteriores; a Classe Média voltou a ser pobre; o endividamento pessoal cresceu 5000%; o país voltou a ser considerado como possível caloteiro; e a Petrobras, antes uma das maiores do Mundo, hoje respira com auxílio de aparelhos sucateados.

Falta dinheiro para tudo, menos para investir em projetos em Cuba, Equador, Venezuela, Bolívia, Argentina e outros países dominados por tiranos antidemocráticos. Falta dinheiro para a educação, para a saúde, para obras emergenciais, segurança pública e saneamento básico; mas não falta dinheiro para alimentar Grãos Mestres da Justiça e toda uma linha de quadrilhas de corruptos!

Dilma Rousseff, Lula, Evo Morales, Rafael Correa, Raul Castro, Fidel Castro, Cristina Kirchner, Hugo Chávez e Nicolas Maduro fazem parte de um mesmo time, o time da maior quadrilha internacional que o mundo teve acesso a notícia; e todos prometem ficar por muitos outros anos; e você leitor, que trabalha duro ou é empresário sério, é você quem paga esta conta amarga. Mirem-se nos exemplos dos países que têm governos iguais e ligados ao PT; e observem se é nisso que você quer transformar o Brasil!

Não podemos deixar que a história seja tão desumana conosco; e se muitos disserem que este ou aquele candidato é igual a Dilma, perdoem-me, mas é aí que mora a minha esperança; de que alguém de fora do PT consiga reverter a história do “há algum tempo” e do “hoje em dia”. Precisamos apostar que alguma alma caridosa saiba que estamos à beira de um abismo; e que precisamos de alguém que nos ofereça uma contenção para não cairmos; e não alguém que nos empurre ainda mais...

Se o Brasil falir, Dilma, Lula e todos os outros de suas quadrilhas, estarão com milhões de dólares disponíveis fora do país; já eu, você e a grande maioria; nós é quem ficaremos aqui para padecer e amargar o sabor da escolha errada.

Infelizmente, ou felizmente; está na hora de mudar. Está na hora de dizer NÃO a investimentos fora do Brasil. Está na hora de dar um basta no PT. Eles tiveram 12 anos para provar seu valor; e não conseguiram; aliás, provaram seu valor inerte e sua concupiscência com a coisa pública. Você que é pequeno e que depende dos programas “bolsas”; não tenham medo, pois elas não podem acabar; e se alguém com senso de justiça social e energia entrar do Planalto e quiser acabar com a roubalheira, acredite, sobrará muito mais para você.

No dia 5 de outubro, NÃO VOTE 13; não vote em Dilma Rousseff e não vote em nenhum dos seus candidatos.

Vamos mudar o Brasil para melhor!

 

Carlos Henrique Mascarenhas Pires



Comentários 1

kevyn

Quarta feira, 18 de Fevereiro de 2015, às 12:44
verdade fora dilma



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